
O Presidente Luiz Inacio Lula da Silva (PT) autorizou na quarta -feira (1º) de que o Ministério dos Transportes segue a proposta que encerra a obrigação de frequentar a escola de receber a carteira de motorista nacional (CNH). O projeto é defendido pelo ministro dos Transportes Renan FIHO.
Com o endosso da Petista, a pasta abrirá uma consulta pública nesta quinta -feira (2) no site Participa + Brasil, Isso estará no ar por 30 dias. A proposta foi submetida para reduzir os custos da CNH e não precisa passar por um voto no Congresso, pois não muda a legislação. A nova regra só precisa ser publicada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) através de uma resolução.
Atualmente, são necessárias 45 horas de classes teóricas, que devem ser acompanhadas pessoalmente nas escolas e 20 horas de classes práticas registradas no Departamento de Trânsito do Estado (Detrã).
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O Projeto Ministério dos Transportes admite que os estudos de candidatos sozinhos para o teste teórico, neste caso, o governo federal aplicará o teste. No lugar das aulas práticas, o candidato pode treinar com instrutores autônomos credenciados.
Os testes teóricos e práticos permanecerão obrigatórios. Inicialmente, a regra será focada nas categorias A (motocicletas) e B (carros de passageiros), se implementados. De acordo com a pasta, o preço médio atual para tomar CNH (AB) é de US $ 3,2 mil.
No início de setembro, o Secretário Nacional de Trânsito, Adruualdo Catão, apontou que as classes de direção realizadas nas escolas representam 70% do valor médio cobrado para obter uma carteira de motorista.
“Estamos falando de 20 milhões de pessoas que dirigem sem qualificação no Brasil. O custo médio para levar o CNH nas categorias AB (carro e motocicleta) é de cerca de US $ 3.000 e pode atingir US $ 5.000 em alguns estados. Esse valor é um impedimento para a população de baixa renda”, disse Catão durante uma audiência pública da Comissão de Representantes.
