Eduardo Bolsonaro pode ser cassado por excesso de faltas



O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (republicanos-PB), impediu a indicação de Eduardo Bolsonaro ao líder da minoria. Com a decisão, Eduardo Bolsonaro pode perder seu mandato, acumulando ausências e presença abaixo do mínimo necessário. A informação foi publicada pela coluna de Monica Bergamo, em S.Paulo Folha.

Motta baseou sua decisão em uma opinião de que a presença física no Congresso é obrigatória, mesmo com meios eletrônicos atuais. O registro remoto deve ser apenas uma exceção.

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O Partido Liberal (PL) nomeou para o parlamentar ser um líder minoritário e poderia exercer seu mandato dos EUA, usando uma regra pela qual os líderes não podem ser revogados. A regra do regimento da câmara permite um máximo de 1/3 das ausências não justificadas.

Articulações de Eduardo Bolsonaro nos EUA

Nesta segunda -feira (22), o Procurador Geral da República, Paulo Gonet, apresentou a queixa do Supremo Tribunal Federal (STF) contra o vice -apresentador e o apresentador Paulo Figueiredo por suposta prática de coerção em processos judiciais.

Segundo o PGR, ambos teriam ações articuladas projetadas para interferir nos procedimentos legais para beneficiar o ex -presidente Jair Bolsonaro (PL) e o próprio Figueiredo.

Diante das sanções da lei de Magnitsky contra a esposa de Alexandre de Moraes, Eduardo disse em X que a “única medicina possível” é uma anistia.



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