CPMI do INSS quer fechar acordos de delação premiada



O senador Carlos Viana (Somos-MG), presidente do Comitê Parlamentar Misto Parlamentar do INSS (CPMI), defendeu no domingo (14) que o Conselho tem autonomia para intermediários concedidos acordos de denúncia com investigados no escândalo de descontos associativos.

Segundo a Viana, a proposta é permitir que testemunhas e metas do comitê colaborem não apenas com a polícia federal e a Suprema Corte (STF), mas também diretamente com o CPMI. De acordo com a legislação, apenas o promotor pode propor acordos de alegações investigadas.

“This is a proposal that I have and talked quickly to the rapporteur. Tomorrow I want to talk to him more in depth. The idea is that all those who go to CPMI will have the possibility of making joint award -winning denunciation, where the investigated can talk to the Federal Police, the Supreme and CPMI, so that we can get the information that Brazil expects,” Viana said in an interview with this people in an interview with CNN Brasil.

O parlamentar afirmou que ex -ministros e gerentes já mencionados na investigação “têm mais a informar” e que a medida ajudaria a revelar a dimensão da fraude nos INSs. Ele também

“É incrível como, até agora, vimos apenas pessoas que nunca viram ninguém, elas não sabiam sobre roubo. Eles nomearam as pessoas, como o ex-ministro Lupi nomeou-o a todos os investigados na fase INSS de seu governo-e não sabiam que nada, o mesmo era o mesmo, disse que ele aprendeu por que ele foi ao seu escritório.

Desde que iniciou o trabalho, a CPMI aprovou uma série de medidas envolvendo as revelações da operação sem desconto, como o pedido de custódia de 21 pessoas para ministrar André Mendonça, relator do caso no STF; Solicitação de informações sobre registros de entrada e saída de investigados em órgãos públicos e a quebra de confidencialidade de entidades e empresas associativas investigadas.

O testemunho do “careca dos INSs” é mantido nesta segunda -feira (15)

A declaração do senador ocorre na véspera do testemunho de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “careca dos INSs”. Também no domingo, o parlamentar de Minas Gerais confirmou que a sessão da CPMI seria mantida mesmo depois que o ministro da Suprema Corte (STF) André Mendonça deixar a viagem de Antonio Carlos. Antunes foi preso na sexta -feira (12) após uma operação policial federal.

“Estamos em contato com a defesa do suspeito e ele confirmou que quer ir ao CPMI para apresentar sua versão desse escândalo e todos os fatos que estão sendo divulgados”, disse Viana.

O senador diz que está sendo coordenado um esquema de segurança junto com a polícia legislativa e a polícia federal, para que o investigado “possa falar livremente e dizer aos brasileiros como tudo aconteceu”.

Além do lobista, o empresário Maurício Camisotti, que também foi preso na mesma operação que Antunes, recebeu o mesmo “direito” para não participar do CPMI. O testemunho de Camisotti ocorreria na quinta -feira (18). “Estamos em contato com outras pessoas envolvidas e testemunhas predispondo para ir ao CPMI”, disse Viana.



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