CPMI do INSS pede acesso a documentos para investigar fraudes



O senador Carlos Viana (Somos-MG), presidente da Comissão de Inquérito Parlamentar Mista (CPMI) do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), e vice-alfredo Gaspar (Union-Al), Raptorteur of the Commission, Met na quarta-feira) com o ministro de Andrénaça, no Supleur, no Suprenal.

Na reunião, os parlamentares solicitaram o acesso aos documentos e pesquisas da Polícia Federal (PF) que podem ajudar a esclarecer fraudes envolvendo descontos inadequados em pensões. Atualmente, a PF possui 14 investigações relacionadas a esses crimes em andamento.

INSS CPMI quer colaboração com STF

“Chegamos ao ministro André Mendonça, o desejo de colaboração por trabalhos conjuntos em investigações”, disse Viana. O ministro, responsável pelo relator das ações na Suprema Corte, disse, segundo os parlamentares, que fornecerão informações que não estão em confidencialmente ou que foram concluídas pelo PF. Documentos confidenciais ou vinculados a operações em andamento não serão compartilhados. Mendonça enfatizou que trabalhará com “reserva, seriedade, respeito e responsabilidade”.

Carlos Viana enfatizou a importância da colaboração entre o CPMI e o STF para acelerar o trabalho do comitê. Ele estima que, nos próximos 60 dias, será possível reunir um conjunto robusto de evidências, que pode ser divulgado ao público nesse período.

O relator de investigações sobre a fraude do INSS no Supremo foi recentemente assumido por André Mendonça, substituindo o ministro Dias Toffoli. A mudança ocorreu após o pedido do escritório do procurador -geral, sob o comando de Paulo Gonet, e foi aprovado pelo presidente da Suprema Corte, Luís Roberto Barroso.

A CPMI aprovou, em sua sessão inaugural, mais de 900 requisitos, pedindo aos ministros da Seguridade Social desde 2015, presidentes do INSS do mesmo período, lobistas, líderes de associação e representantes de empresas vinculadas ao sistema. A Comissão deve operar por 180 dias, com o fechamento programado para março de 2026 e está sob controle da oposição. A ordem dos depoimentos começará com funcionários públicos, seguidos por ex -ministros e gerentes do setor.

Há uma previsão de versões divergentes entre os deponentes, sempre respeitando o vínculo comprovado com os fatos investigados para evitar exposições inadequadas. Espera -se que a troca de informações entre o STF e o CPMI contribua para acelerar a determinação da fraude causada à previdência social.



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